D. José de Mascaranhas herdara o título de Duque de Aveiro havia pouco tempo e pretendia que para ele passassem as comendas administradas pelos antigos duques. Instigado pelo seu 1º Ministro (Marquês de Pombal), o rei D. José recusou o pedido. Esta recusa, aliada ao ataque aos jesuítas e ainda aos sucessivos cortes de regalias aos nobres desde que Sebastião José de Carvalho e Melo assumira o poder levou a que o Duque de Aveiro conspirasse contra o rei. A lógica (formulada pelos jesuítas) era simples: se o rei morresse, o seu ministro perderia todo o poder. A solução óbvia: matar o rei. Um atentado foi planeado por D. José de Mascaranhas contra o rei D. José I.
No dia 3 de Setembro de 1758, pela calada da noite e quando D. José regressava após um dos seus encontros amorosos (com uma sobrinha dos marqueses de Távora) que o tiro foi disparado. D. José não morreu mas ficou ferido. Para evitar grandes intrigas, o futuro Marquês de Pombal divulgou a notícia de que o seu rei teria caído e por essa razão se magoara. Ultrapassada esta fase de despistar as atenções era altura de agir judicialmente. Os suspeitos eram óbvios: o duque de Aveiro que tinha tido todas aquelas desavenças com o poder régio e, por consequência, os marqueses de Távora (seus familiares e eternos inimigos do omnipotente Conde de Oeiras). Para Sebastião José de Carvalho e Melo e para o próprio Rei (que também não gostava dos marqueses de Távora devido ao caso amoroso que mantinha com uma sobrinha deles) não restaram dúvidas sobre quem acusar: Os duques de Aveiro, os marqueses de Távora e todos os nobres seus familiares.
No dia 3 de Setembro de 1758, pela calada da noite e quando D. José regressava após um dos seus encontros amorosos (com uma sobrinha dos marqueses de Távora) que o tiro foi disparado. D. José não morreu mas ficou ferido. Para evitar grandes intrigas, o futuro Marquês de Pombal divulgou a notícia de que o seu rei teria caído e por essa razão se magoara. Ultrapassada esta fase de despistar as atenções era altura de agir judicialmente. Os suspeitos eram óbvios: o duque de Aveiro que tinha tido todas aquelas desavenças com o poder régio e, por consequência, os marqueses de Távora (seus familiares e eternos inimigos do omnipotente Conde de Oeiras). Para Sebastião José de Carvalho e Melo e para o próprio Rei (que também não gostava dos marqueses de Távora devido ao caso amoroso que mantinha com uma sobrinha deles) não restaram dúvidas sobre quem acusar: Os duques de Aveiro, os marqueses de Távora e todos os nobres seus familiares.