Foi no dia 13 de Janeiro de 1759 que aconteceu. Toda a família foi retirada do seu cárcere que foi a sua casa durante uns longos quatro meses de julgamento. Julgamento esse cheio de omissões e irregularidades, julgamento que os julgou não por cometerem um crime mas por serem quem são, um julgamento que envergonha a História, um completo escandalo político já no Século das Luzes. Toda a família foi dada como culpada por tentariva de regícidio, a família dos Távora e não só, também o foram o Conde da Atouguia, o Duque de Aveiro, entre outros.
Naquele fatídico dia de azar, todos os condenados foram levados para Belém. A execução foi simplesmente horrenda, mesmo para a época. Primeiro a Marquesa Leonor de Távora foi decapitada. Em seguida foi o seu marido a cumprir a pena, tendo sido morto com golpes de maço no coração. Por fim, os restantes foram mortos pelo garrote ou queimados vivos. A tudo isto assistiu o Reformador, o Rei D. José com a sua corte horrorizada pela carnificina (afinal, os Távoras eram também eles nobres como a corte). No final do espectáculo macabro, todos os corpos foram queimados, as cinzas deitadas ao mar e o lugar foi salgado para que nada mais ali crescesse. Depois de os matar, foi altura para os apagar da História, para isso, todos os brazões das famílias foram picados, o palacio do Duque de Aveiro foi demolido e o lugar salgado (curiosamente chama-se agora "Beco do Chão Salgado", o nome Távora foi proibido (Passando alguns sobreviventes a chamar-se apenas Lorena que era o outro nome da marquesa). Alguns dias depois foi o padre Malagrida (conhecido jesuíta da época e confessor da Marquesa de Távora) executado, tendo sido queimado vivo.
Assim acabou a família Távora e o seu legado foi perdido no tempo... Ou será que não?
Naquele fatídico dia de azar, todos os condenados foram levados para Belém. A execução foi simplesmente horrenda, mesmo para a época. Primeiro a Marquesa Leonor de Távora foi decapitada. Em seguida foi o seu marido a cumprir a pena, tendo sido morto com golpes de maço no coração. Por fim, os restantes foram mortos pelo garrote ou queimados vivos. A tudo isto assistiu o Reformador, o Rei D. José com a sua corte horrorizada pela carnificina (afinal, os Távoras eram também eles nobres como a corte). No final do espectáculo macabro, todos os corpos foram queimados, as cinzas deitadas ao mar e o lugar foi salgado para que nada mais ali crescesse. Depois de os matar, foi altura para os apagar da História, para isso, todos os brazões das famílias foram picados, o palacio do Duque de Aveiro foi demolido e o lugar salgado (curiosamente chama-se agora "Beco do Chão Salgado", o nome Távora foi proibido (Passando alguns sobreviventes a chamar-se apenas Lorena que era o outro nome da marquesa). Alguns dias depois foi o padre Malagrida (conhecido jesuíta da época e confessor da Marquesa de Távora) executado, tendo sido queimado vivo.
Assim acabou a família Távora e o seu legado foi perdido no tempo... Ou será que não?